Em 10 de Fevereiro passado, na assembleia geral da Associação Filarmónica Barrilense, que de entre outros assuntos da ordem de trabalhos, tratava da eleição dos novos corpos sociais para o triénio 2018-2020, não foi apresentada qualquer lista e, assim, aquela que aos olhos dos barrilenses sempre foi a sua menina bonita, entrou numa crise directiva a agravar, ainda mais, as dificuldades que se sentem no seio da centenária Associação.
“Lutamos com muitas dificuldades. Conseguimos que esta direcção chegasse ao fim do mandato, com algumas demissões o que já não acontecia há alguns anos”, disse o presidente da assembleia geral, Armando Leonel Bernardo, não deixando de lamentar ainda a falta de associados “que deviam estar aqui” a participar nos trabalhos, “a ajudar e não a falar lá fora”, a criticar quem ainda, mesmo com erros ou sem eles, se disponibiliza para trabalhar, como acontece com o ainda presidente da direcção, Acácio Simões, que até à realização da nova assembleia geral, a marcar brevemente, para tratar da eleição dos novos corpos sociais, se disponibilizou “para colaborar e para não deixar no vazio a Filarmónica”.


