
Mosteiro do Lorvão, Livraria do Mondego e Vimieiro acolheram a produção nacional que retratou um dos casos mais enigmáticos da história de Portugal do século XVIII.
Nas redes sociais a CINEMATE dá nota de que: “Depois de 6 semanas de rodagem, meses de preparação e agora o início da pós-produção de O Meu Nome é Luiza de Jesus @luizadejesus_filme, a Cinemate quer agradecer a toda a equipa que fez parte deste projeto e também à equipa que agora inicia esta nova fase do filme.
Durante estas semanas, mudámo-nos para 1772 e construímos, juntos, um universo que muitos de nós conhecíamos pouco. Obrigado a todos pelo trabalho, dedicação e paciência ao longo deste processo.
À realização e ao argumento, pelo cuidado em cada detalhe. À equipa de arte, pelos espaços e ambientes que ajudaram a criar. À equipa de imagem e iluminação, liderada por Miguel Manso, pelo olhar que deram ao filme. Ao som, pela atenção e trabalho em cada momento captado.
Ao guarda-roupa, pela criação dos figurinos de época. À caracterização, maquilhagem, cabelos e SFX, pelo trabalho de construção das personagens e outros elementos. E à produção, por conseguir tornar possível o trabalho de todos os departamentos.
Queremos também agradecer a todos os atores, a todo o elenco e a todos os figurantes que fizeram parte desta viagem. Um agradecimento muito especial à Paula @apaulibaby, por dar voz e vida à Luiza de Jesus.
Um agradecimento especial a todas as pessoas que nos ajudaram ao longo do projeto, em especial à população e ao Município de Penacova, à Câmara Municipal de Cascais e à Freguesia de Santo Antão do Tojal, por todo o apoio e acolhimento.
Obrigado por fazerem parte desta história.”
“O Meu Nome é Luiza de Jesus” é uma co-produção luso-espanhola (Cinemate e Impromptú) e conta com o apoio financeiro do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) e da RTP.
A estreia oficial do filme está prevista para o início de 2027.

