Na origem, ao que tudo indica, terá estado uma interpretação divergente do autarca de Tábua em relação ao projecto apresentado pelo CAC aos presidentes dos municípios de Arganil, Tábua e Oliveira do Hospital.
De acordo com as declarações do autarca tabuense à A COMARCA, o que havia sido “contratado” entre os três autarcas – Ricardo Pereira Alves (Arganil), Mário Loureiro (Tábua) e José Carlos Alexandrino (Oliveira do Hospital), era que o “modelo” do rallye fosse a título experimental, contrariando o que estava plasmado no site do CAC e que dava como certa a Super Especial – 1,9 km em circuito urbano – na vila de Tábua.
Entretanto o Clube Automóvel do Centro emitiu um comunicado onde explicam que «Solicitamos à FPAK o adiamento do rali, com uma nova proposta de data e aguardamos a todo o momento a confirmação dessa data», e acrescentam que o próximo rallye denominar-se-á “Rali de Arganil”, porque (…) «Arganil merece. E no futuro penalizando quem criou a situação…» concluem.
No mesmo documento, o CAC refere ainda que a Câmara Municipal de Oliveira do Hospital e a de Arganil se mantêm no projecto, mas que é (…) «desportivamente e logisticamente difícil idealizar em tempo útil um rali nos 2 territórios. Hipótese que não deixará de ser equacionada para 2017».
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