
De Janeiro a Julho, o Hospital Compaixão, no ambulatório, respondeu com 3528 consultas ás necessidades dos doentes.
O maior número pertenceu ao CAC – Centro de Atendimento Clínico, com 1620 atendimentos. O CAC destina-se a atender situações agudas evitando que os doentes tenham de recorrer às urgências dos CHUC. Destes 1620 só 140 foram transferidos para as urgências o que prova o interesse do CAC. Este atendimento é gratuito quando os doentes são encaminhados pela linha Saúde 24 ou pelos Centros de Saúde. Infelizmente o funcionamento deficiente da linha Saúde 24 tem dificultado o acesso a muitas centenas de doentes.
Durante o dia, com início as 8 horas, o Hospital Compaixão criou a consulta aberta de clínica geral que realizou 684 consultas.
A consulta externa a cargo de especialistas de diversas áreas realizou 1144 consultas.
A possibilidade de realizar exames auxiliares de diagnóstico com comodidade, com estacionamento, atendimento humanizado e profissional, é outra comodidade de proximidade garantida pelo Hospital Compaixão. A Imagiologia (RX, Ecografia, TAC) realizou 2251 exames.
A cardiologia (ECG, Prova de Esforço, Holter, MAPA, Ecocardiograma) fez 1993 exames.
A Gastro (endoscopia, colonoscopia) realizou 427. As análises atenderam 1713 doentes.
Até ao final do ano a Fundação ADFP espera dar um salto qualitativo com início de um programa de cirurgias e consultas externas gratuitas, assumidas pelo SNS.
A instalação de uma unidade de internamento de Cuidados Paliativos é outro objetivo ainda para 2026.
Um objetivo para 2027 será alargar o horário do CAC, eventualmente transformado em urgência básica, para funcionar 24 horas dia ou no mínimo das 7 às 23 horas.
Os responsáveis da Fundação gostam de sentir que os autarcas, das Juntas, Assembleias e Câmaras Municipais (de Miranda e Lousã na primeira linha) “estarão ao nosso lado para garantir, no Hospital Compaixão, aos residentes uma melhor e mais rápidas respostas perante pequenos acidentes e doenças agudas que não exigem uma urgência altamente especializada como os CHUC”.
A visita da Ministra da Saúde, acompanhada do presidente da Câmara e do presidente da ULS de Coimbra foi um acontecimento importante que reforçou a esperança num alargamento dos serviços do Hospital Compaixão.

